sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

A resenha sobre "Star Wars: Os Últimos Jedi" não saíra tão cedo


Já virou costume: sempre que eu assisto a um filme nos cinemas, dou um jeito de escrever sobre ele aqui no Ground Zero. Resenha de um parágrafo, resenha completa, análise com spoiler ou, como foi o caso de Bingo: O Rei das Manhãs, um texto reconhecendo minha incapacidade de acrescentar qualquer coisa que não havia sido dita pelos escritores de sites especializados (muito mais competentes do que eu, diga-se de passagem). De qualquer modo, sempre é uma atividade criativa e opinativa, e os esforços para tomar uma posição de modo tão rápido e frequente me fizeram refinar meu olhar sobre os longas com o passar do tempo.

E eu planejava fazer o mesmo com Star Wars: Os Últimos Jedi. Mas não vai acontecer tão cedo.

Assisti ao segundo episódio da nova trilogia da franquia na última noite, e eu mantenho meus sentimentos desde o segundo em que foram exibidos os créditos finais. Até agora eu não sei o que falar sobre o filme, ou pensar, e muito menos sintetizar um texto em minha mente e postá-lo aqui. Essa foi a experiência mais diferente e inesperada que tive com a saga ao longo de quase uma vida como fã, e o impacto foi tão grande que acredito que demorará dias (talvez até semanas) para que eu consiga digerir por completo o que testemunhei na tela do cinema nesse último dia 14/12.

Então não, não acredito que a resenha sobre Episódio VIII venha a sair tão em breve. Por isso, meu melhor conselho no momento é: vão ao cinema, vivam esse longa em suas 2:30h de duração e tirem suas próprias conclusões. Independentemente de qual ela for.

Mas não desistam da resenha. Ela sairá, apenas demorará um pouco mais que o habitual. E quando sair, cara... Vai ser linda. Então aguardem.

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

5 álbuns do segundo semestre de 2017 que você deveria ter ouvido


Antes de mais nada, gostaria de dizer que a postagem que abriu essa temporada de melhores do ano aqui no Ground Zero alcançou mais pessoas do que eu esperava. Aparentemente, posts sobre música fazem bastante sucesso por aqui (algo que eu já deveria ter notado com o Balanço Musical no decorrer do ano), então fiquem atentos, pois pretendo dar ainda mais espaço para o assunto no blog em 2018.

E depois de conferir 5 álbuns do primeiro semestre de 2017 que você deveria ter ouvido, agora é hora de ver outras 5 novidades que a segunda metade do ano nos trouxe. Se você ainda não viu o texto, leia-o e entenda exatamente o que está acontecendo aqui. E se você já leu, melhor ainda, assim podemos pular todas as introduções e ir direto para as escolhas! Confesso que tive menos opções para montar esta postagem, mas não pelos últimos seis meses terem sido mais fracos que os anteriores, e sim porque a maior parte dos lançamentos que ouvi no período acabaram indo parar no Top do ano. Pois é.

Confira, então, quais são esses 5 álbuns do segundo semestre de 2017 que você deveria ter ouvido:

BECK - "COLORS"


Um dos principais nomes do Rock Alternativo dos anos 1990 e 2000 resolveu mudar um pouco de ares neste ano. Colors é um trabalho completamente diferente de tudo o que Beck já havia feito, abraçando o pop dançante de uma forma muito competente e criativa que resulta em um registro prazeroso, divertido e repleto de potenciais hits, algo que já é uma realidade para a faixa Dreams, lançada em 2015 e que veio a se tornar parte da trilha sonora de FIFA 16.

FOO FIGHTERS - "CONCRETE AND GOLD"


A expectativa sempre é alta quando se trata do Foo Fighters, uma das principais bandas da atualidade, e Concrete and Gold consegue corresponder aos anseios dos fãs. Embora tenha alguns momentos melhores do que outros, é um disco honesto, direto e repleto de energia, tendo uma boa quantia de músicas agradáveis de se ouvir, desde mais agressivas como Run a outras cadenciadas como Sunday Rain (que conta com a participação de Paul McCartney na bateria). Não é o melhor trabalho do grupo (Wasting Light segue incomparável), mas tem qualidade o suficiente para merecer destaque.

HONEYMOON DISEASE - "PART HUMAN, MOSTLY BEAST"


Praticamente desconhecida, essa banda sueca é mais uma das que segue o movimento de ressurreição do Hard Rock setentista. Part Human, Mostly Beast é apenas seu segundo trabalho, mas o grupo se diferencia pela qualidade de seu som, tendo identidade e muita qualidade por parte de seus membros. Um CD divertido e bom de se ouvir, recomendado para quem procura por novos talentos que tenham uma sonoridade mais voltada para os clássicos do estilo.

 THE KILLERS - "WONDERFUL WONDERFUL"


Após 5 anos desde o lançamento de Battleborn, o grupo encabeçado por Brandon Flowers retorna com um álbum diferente de seus quatro antecessores, apostando em um som mais oitentista em detrimento do Indie Rock que fez sua fama. Mas Wonderful Wonderful é muito gostoso de se ouvir, tendo até seus momentos mais intimistas mesclados com outros mais dançantes e resultando em mais um sólido registro do Killers.

VANDENBERG'S MOONKINGS - "MK II"


Já tendo aparecido na postagem que fiz em 2014, o Vandenberg's Moonkings retorna à lista prévia ao Top do ano com mais um competente disco. MK II segue a linha da estreia da banda mais uma vez oferece um Hard Rock de qualidade, algo já esperado de qualquer coisa vinda do guitarrista Adrian Vandenberg, ex-Whitesnake e cabeça o projeito, estando ainda mais afiado e oferecendo diversas faixas envolventes.

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

A Liga da Justiça merecia mais.


Há três semanas, estava saindo empolgado da sessão da pré-estreia de Liga da Justiça e prestes a postar aquela que veio a ser a primeira resenha mundial do longa (acho que nunca vou parar de me gabar sobre isso). A emoção de ver os principais medalhões da DC em tela era grande, e o recente sucesso de Mulher-Maravilha no meio deste ano me fez crer ainda mais que as adaptações da editora vinham trilhando o caminho certo.

Após todos esses dias e tendo-o visto novamente na segunda-feira seguinte a seu lançamento, minha opinião pouco mudou: ainda o considero um bom filme, muito graças às representações de seus heróis e suas interações em tela, mas também por mostrar um Superman como todos gostaríamos de ter visto desde O Homem de Aço, por apresentar uma história simples e direta, sem inserções desnecessárias que só serviriam para inchá-la, pelo visual bacana dos Parademônios e pelas breves aparições de personagens como o Comissário Gordon, Mera, as Amazonas e um Lanterna Verde ainda não identificado. Por outro lado, também reconheço suas falhas (muitas das quais já havia notado em minha primeira ida ao cinema): tudo relacionado ao vilão Lobo das Estepes, seja seu visual ou suas motivações, a desastrosa remoção digital do bigode de Henry Cavill, os fraquíssimos efeitos de computação gráfica do terceiro ato do longa, a extrema simplificação do roteiro ao ponto de deixá-lo raso, além de seus furos ou conexões mal estabelecidas, e a trilha sonora abaixo do esperado, mesmo com o resgate de temas clássicos.

Mas independente de considerações e opiniões sobre o resultado final, o fato é que Liga da Justiça hoje deixa um gosto amargo na boca dos fãs. O principal supergrupo da DC merecia mais. Mais do que esse filme apresentou. Mais do que apenas 41% de aprovação no Rotten Tomatoes, nota 7,2 do público (que pode vir a cair a qualquer momento) e média 5,3 da crítica. Mais do que a provável menor arrecadação entre todos os filmes da franquia. E mais do que cortes, alterações de última hora e um mar de conflitos internos, conforme foi revelado recentemente.

OK, o longa é bom. Só que os maiores heróis de todos os tempos são dignos de algo muito além de apenas "bom". A adaptação da equipe para os cinemas deveria deixar todos embasbacados, em êxtase, provar-se um grande ponto de virada para o gênero, mudar a forma como filmes de super-heróis são vistos e feitos. Algo que, no mínimo, batesse de frente com o primeiro Vingadores (que infelizmente ainda segue sendo o filme definitivo de supergrupo) e mostrasse que o Universo Estendido da DC ajustou seus rumos e veio para ficar. Não aconteceu, Liga vem cada vez mais se mostrando um fracasso retumbante de crítica e público, colocando em risco ainda boa parte dos planos que o estúdio possui para esses personagens. E a sina de Batman vs Superman e Esquadrão Suicida se repete mais uma vez.

O mais frustrante, porém, é tomar conhecimento de todos os vazamentos sobre os bastidores da produção (os quais foram relatados com maestria pelo Terra Zero aqui, aqui e aqui). Cortes de momentos essenciais, alterações drásticas em cenas, brigas com Zack Snyder (que foi retirado a força) e Joss Whedon, interferências dos executivos do estúdio e decisões mesquinhas da diretoria afetaram muito do que vimos em tela, e o resultado poderia ter sido bem mais memorável se muitos pontos do plano original tivessem sido mantidos. Ver esse tipo de notícia só faz perceber quanto do potencial de Liga da Justiça foi jogado fora devido ao péssimo gerenciamento da Warner, que aparenta estar cada vez mais perdida em relação a suas propriedades intelectuais.

O fato é que meu texto Às vezes tenho vontade de desistir dos filmes da DC segue atual, mesmo após quase um ano. Apesar do sucesso de Mulher-Maravilha, todo o resto parece persistir. Geoff Johns aparentemente não conseguiu impor sua voz dentro do estúdio (apesar de algumas mudanças de tonalidade que claramente são resultado de sua visão) e os longas seguem à mercê da alta cúpula da companhia, ao ponto de cometerem a canalhice de usar a tragédia familiar de Zack Snyder como desculpa de afastá-lo em definitivo do projeto. A interferência também foi suficiente para irritar Joss Whedon, que mal chegou e já tem uma péssima relação com seus superiores. A situação é tão terrível que seria difícil até mesmo para o Superman, símbolo máximo de otimismo e esperança, enxergar alguma luz no fim do túnel para esse Universo, com todas essas confusões e resultados medíocres.

Enquanto isso, a concorrência está lá, faturando mais com Thor: Ragnarok, terceiro filme de um de seus heróis menos populares, já havendo emplacado outros dois sucessos em 2017 e se preparando para emplacar outros três no próximo ano, tendo inclusive lançado o avassalador trailer de um deles nos últimos dias, mostrando a tão esperada reunião de praticamente todos os seus personagens contra a ameaça definitiva de seu Universo. A gente tem mais é que aplaudir a Marvel mesmo e reconhecer sua superioridade nos cinemas, muito graças a seu impecável planejamento.

Seja qual for sua opinião sobre Liga da Justiça, o fato é que ele deveria não apenas ter sido melhor, como também ter tido bastidores melhores, uma receptividade melhor, uma arrecadação melhor. A Liga da Justiça merece mais. Bem mais. O jeito agora é olhar para o futuro, torcer para que Mulher-Maravilha não tenha sido apenas um ponto fora da curva e esperar que o filme do Aquaman atenda nossas expectativas e mostre que nem tudo está perdido para o Universo Estendido DC, especialmente em termos de rumo e identidade.

Mas, p*** que pariu, quando a gente depende do filme do AQUAMAN para qualquer coisa é porque f**eu mesmo...

AJUDE-NOS, AQUAMOMOA, VOCÊ É NOSSA ÚNICA ESPERANÇA!!!

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

5 álbuns do primeiro semestre de 2017 que você deveria ter ouvido


O fim de 2017 chegou, e com ele inicia-se a temporada de listas de melhores do ano entre sites especializados, especialmente os de música. Boa parte dos principais veículos musicais do mundo já soltou suas escolhas, alternando entre grandes hits e álbuns que se destacaram por sua qualidade, mas não comercialmente. É, na humilde opinião deste que vos escreve, uma das melhores épocas para se ouvir música, dar chance para registros que acabaram passando despercebidos e conhecer novos artistas que podem vir a se tornarem as próximas sensações internacionais em um futuro próximo.

Postagens de melhores do ano já são tradicionais aqui no Ground Zero, e a lista definitiva deve sair em 18/12 (então marque em sua agenda). Em 2017, porém, eu ouvi bem mais material do que nas vezes anteriores, o suficiente para deixar de fora da seleção final e não torná-la muito extensa. Pensando nisso, resgatando uma ideia que tive lá em 2014 e cumprindo uma promessa que fiz no Balanço Musical de junho, decidi pegar 10 desses álbuns, dividi-los entre os lançamentos do primeiro e do segundo semestre e fazer listas em ordem alfabética de artistas, sem critérios de classificação.

Antes de mais nada, peço para que leiam minha postagem sobre o mais recente disco do Mastodon, Emperor of Sand, que iria entrar entre os escolhidos aqui, mas achei melhor tirá-lo e dar espaço para outro álbum do qual ainda não falei no blog, ao invés de me repetir sobre um que já tem uma resenha própria (a única de 2017, infelizmente, algo que pretendo melhorar para o vindouro ano). E quanto às escolhas, o primeiro semestre do ano foi bem prolífico e variado, algo que se comprovou na hora de selecionar os registros, devendo agradar bastante gente.

Confira, então, quais são os 5 álbuns da primeira metade de 2017 que você deveria ter ouvido:

GORILLAZ - "HUMANZ"


O aguardado retorno do Gorillaz se deu em 2017, em um álbum repleto de colaborações com artistas como De La Soul, Peven Everett, Grace Jones, Kali Uchis, do ator Ben Mendelsohn e até do antigo desafeto de Damon Albarn, Noel Gallagher. Com hits certeiros mesclados a músicas menos acessíveis, Humanz soa como uma grande festa, sendo uma audição divertida e pouco convencional, como basicamente todos os trabalhos do projeto.

LORDE - "MELODRAMA"


Há algo de fascinante nos trabalhos da cantora neozelandesa Lorde que captura e envolve o ouvinte, ao ponto de ter até cativado o saudoso David Bowie. Talvez uma espécie de beleza mórbida, ou um registro intimista, trabalhados em um formato acessível de música pop. Seja o que for, está potencializado ao máximo em Melodrama, um dos mais agradáveis registros do ano que veio para cravar a artistas como uma das melhores da atualidade.

PARAMORE - "AFTER LAUGHTER"


O som do Paramore já vem mostrando uma transformação há algum tempo, deixando de lado aquela rebeldia adolescente que lançou o grupo e trilhando caminhos mais maduros, aliados a um ritmo mais dançante. Essa metamorfose se completou com o lançamento de After Laughter, álbum que segue uma tendência observada em certos artistas nos últimos anos e resgata a sonoridade do pop oitentista e das bandas de New Wave, sendo muito divertido na maior parte do tempo, belo quando necessário e uma certeza de sucesso tanto para hoje ou para o caso de ter sido lançado 30 anos atrás.

RISE AGAINST - "WOLVES"


O quarteto estadunidense ganhou destaque nos últimos anos devido a seu Punk Rock recheado de críticas sociais,  momento em que seu país passou por uma grave crise e esteve diretamente envolvido nas guerras do Afeganistão e do Iraque. E embora Wolves não seja o mais forte dos trabalhos do grupo, ele é relevante o suficiente se considerarmos a situação em que o mundo se encontra hoje. E, como bônus, ainda mostra o Rise Against tentando algumas coisas diferentes e flertando com o Ska e o Rock Melódico.

ROYAL BLOOD - "HOW DID WE GET SO DARK?"


Um dos maiores fenômenos dos últimos cinco anos, a dupla inglesa surpreendeu o mundo com o lançamento de sua estreia em 2014, seja por sua inegável qualidade ou por sua combinação agressiva e pouco usual de baixo e bateria. Seu segundo disco, How Did We Get So Dark?, mostra o Royal Blood mais a vontade, com uma sonoridade mais acessível mas que ainda esbanja qualidade, deixando claro ser um dos nomes a se observar no futuro.

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

BALANÇO MUSICAL - Novembro de 2017


Olá! Seja bem-vindo ao meu projeto Balanço Musical, uma coluna mensal na qual falo sobre música, o que escutei no mês que se passou, o porquê das escolhas, o que me influenciou nesses dias, e publico uma playlist com uma faixa referente a cada dia do período. O objetivo não é nada além de escrever um pouco mais sobre música no blog, apresentar algumas coisas diferentes e dar às pessoas a oportunidade de conhecer novos artistas e canções. As postagens são publicadas sempre no primeiro dia útil de cada mês, o que pode ou não coincidir com o dia 1º.

Novembro foi repleto de altos e baixos, algo que teve reflexo na parte musical da minha vida, como é possível observar pelas escolhas que fiz para a playlist do mês. A variação entre álbuns de sonoridade mais leve com outros repletos de peso e agressividade foi uma constante no período (para ser sincero, é uma alternância que costumo fazer normalmente, mas não nessa frequência), que também foi marcado por uma leve inconstância em minha habitualidade de ouvir música (nada no mesmo nível de julho, porém). Ainda assim, foram 735 scrobbles em meu last.fm, um número considerável que conseguiu (por pouco) ultrapassar setembro.

Três álbuns presentes na lista merecem um enorme destaque: Who Built The Moon? do Noel Gallagher's High Flying Birds, Psychotic Symphony do supergrupo Sons of Apollo, e Carry Fire do lendário Robert Plant. Cada um deles possui suas peculiaridades, com o primeiro sendo o trabalho mais distinto da carreira do frontman do grupo, o segundo esbanjando toda a técnica e qualidade dos músicos envolvidos no projeto, e o terceiro por ser uma ótima mescla das principais influências do vocalista ao longo de sua carreira, tendo todos sido lançados nos últimos dois meses e já figurando como certezas para minha lista de melhores de 2017 (breve...). Outras boas novidades do ano que ganharam lugar na playlist são os hards MK II, do Vandenberg's Moonkings, e Part Human, Mostly Beast, do Honeymoon's Disease, além do mais recente trabalho do Beck, um dos principais nomes do Rock alternativo que resolveu apostar em uma vertente mais dançante em Colors.

Outra importante influência foram as faixas presentes na trilha sonora de Liga da Justiça. Não as orquestradas, compostas por Danny Elfman (que, sinceramente, deixaram a desejar), mas as que marcaram passagens importantes do longa, como a versão de Everybody Knows pela Sigrid, Icky Thump do White Stripes e o cover da clássica Come Together por Gary Clark Jr., em parceria com Junkie XL (o único resquício da participação do compositor nas músicas do filme). E os demais dispensam comentários, seja por já serem figuras carimbadas por aqui, ou porque nomes como INXS, Jeff Beck, Placebo, The Clash, Frank Sinatra e The Smashing Pumpkins não necessitam introduções. Merece ressalva, porém, a presença de For Those About To Rock (We Salute You) do AC/DC na lista, como uma singela homenagem a Malcolm Young, que veio a falecer no último dia 18.

Confira abaixo a playlist de novembro de 2017: